Partidos repassaram mais de R$ 94 milhões a candidatos a deputado federal em Goiás Ir Para o Conteúdo Buscar 20 de setembro de 2026 Início
Whatsapp Telegram Facebook X Nos siga no Vinte e um dos 23 partidos que têm candidatos a deputado federal em Goiás nesta eleição repassaram mais de R$ 94 milhões em recursos oriundos de fundos – eleitoral e partidário – para os custos de campanha dos postulantes. A chapa com mais investimento, disparado, é da Federação União Progressista (UB-PP). Sozinha, ela responde por um quarto dos repasses, com R$ 23,3 milhões.
Depois, aparece a Federação Renovação Solidária (PRD-SD), com R$ 11 milhões; e o PSD vem em terceiro, com R$ 9 milhões. Republicanos e MDB repassaram aos seus candidatos recursos totais na casa de R$ 8 milhões cada.
A Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV) investiu R$ 8,1 milhão nas candidaturas, e a Federação PSDB -Cidadania, R$ 7 milhões.
O PL , alvo de reclamações públicas de Fábio Sousa , repassou R$ 5,8 milhões aos candidatos a deputado federal em Goiás, muito embora o partido tenha o maior fundo eleitoral do país. Para cobrir os compromissos, determinados candidatos receberam repasses mais vultosos do próprio Wilder Morais , presidente da legenda no estado, e de Ana Paula Rezende, candidata a vice na chapa.
O Podemos também fez repasses na casa dos R$ 5 milhões, concentrados sobretudo nas candidaturas de Glaustin da Fokus, João Campos, Igor Franco e Samuel Santos.
O PSB, de Aava Santiago, aportou R$ 4,8 milhões. A vereadora foi a principal beneficiária. Ela, inclusive, fez repasses volumosos de sua própria conta para alguns candidatos da chapa, sobretudo Tatiana Lemos, justamente para suprir a ausência dos prometidos aportes da executiva nacional. Os pessebistas sofreram a baixa de Cláudio Meirelles, ex-deputado estadual, que reclamou justamente da ausência de recursos para tocar a campanha.
Novo e PDT aportaram pouco mais de R$ 1 milhão nas campanhas de seus candidatos. A Federação PSOL-Rede colocou R$ 242 mil de fundos na eleição proporcional em Goiás, enquanto o recém-criado Missão distribuiu R$ 54 mil entre seus 14 candidatos – com recursos tabelados.
Nos casos de DC e UP, não houve a distribuição de recursos do fundo eleitoral, uma vez que ambos não têm acesso ao fundo partidário.
Federação UB/PP: R$ 23.372.179,19 Federação PRD/SD: R$ 11.085.000,00 PSD: R$ 9.155.455,60 Republicanos: R$ 8.236.556,33 MDB: R$ 8.187.500,00 Federação PT/PCdoB/PV: R$ 8.136.620,00 Federação PSDB/Cidadania: R$ 7.050.000,00 PL: R$ 5.836.000,00 Podemos: R$ 5.451.480,00 PSB: R$ 4.856.405,21 Novo: R$ 1.344.150,00 PDT: R$ 1.085.000,00 Federação PSOL/Rede: R$ 242.450,01 Missão: R$ 54.049,36 DC: sem repasses UP: sem repasses
Total: R$ 94.092.845,70
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