Os especialistas em design de interiores concordam: o piso flutuante já passou de moda e seu substituto é mais acolhedor e elegante, e será a estrela em 2027

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📷 Foto: Catraca Livre

Durante anos, o piso flutuante com réguas paralelas dominou reformas por ser prático, versátil e capaz de reproduzir o visual da madeira com manutenção relativamente simples. Para 2027, porém, uma nova leitura desse mesmo material começa a ganhar mais atenção: o piso laminado em espinha de peixe , que cria movimento no ambiente e combina melhor com a busca por interiores mais quentes, naturais e cheios de textura.

A principal aposta é o laminado instalado em padrão de espinha de peixe. Em vez de deixar todas as réguas seguindo a mesma direção, as peças são posicionadas em ângulos que formam um desenho repetido e mais marcante.

O efeito lembra pisos clássicos usados há décadas em casas e apartamentos antigos, mas aparece agora com materiais modernos e sistemas de instalação mais práticos. O resultado cria mais personalidade sem exigir necessariamente madeira maciça.

O desenho quebra a uniformidade das réguas paralelas e acrescenta profundidade visual. Quando combinado com acabamentos inspirados em carvalho, mel, bege ou madeira natural, o piso ajuda a afastar a sensação fria associada a interiores excessivamente brancos, cinza ou minimalistas.

Essa busca por materiais mais táteis e tons naturais também aparece em outras tendências previstas para 2027, com madeira, pedra, terracota e superfícies texturizadas ganhando presença em diferentes ambientes da casa.

Não exatamente. Os dois desenhos utilizam peças diagonais, mas a montagem é diferente.

espinha de peixe: as extremidades das réguas se encontram formando ângulos alternados;

ponta de Hungria: as peças são cortadas em ângulo e formam linhas contínuas em formato de V;

📷 Foto: Catraca Livre

réguas estreitas deixam o desenho mais evidente;

peças largas criam um resultado visual mais discreto;

tons claros ampliam visualmente, enquanto tons escuros aumentam o contraste.

A escolha depende do tamanho do espaço e do quanto o piso deve chamar atenção dentro da decoração.

Sim. O desenho geométrico evidencia desalinhamentos com mais facilidade do que a colocação tradicional. Se a base estiver desnivelada ou se as réguas não encaixarem com precisão, o padrão pode perder continuidade e deixar falhas visíveis.

Também vale observar resistência ao desgaste, qualidade do sistema de encaixe e textura superficial. Em áreas de circulação intensa, esses detalhes pesam tanto quanto a aparência. A preparação correta do contrapiso continua sendo essencial para evitar problemas depois da instalação.

Não de forma absoluta. A mudança é mais estética do que funcional. Réguas paralelas continuam sendo práticas, discretas e fáceis de combinar, enquanto a espinha de peixe ganha espaço por oferecer mais movimento e personalidade .

Para 2027, a tendência aponta menos para eliminar completamente o piso flutuante tradicional e mais para reinterpretá-lo. O mesmo laminado que antes aparecia em linhas retas pode ganhar um desenho mais sofisticado, tons naturais e acabamento mais quente, acompanhando interiores que buscam conforto visual sem abandonar praticidade.

📷 Foto: Catraca Livre

Conteúdo produzido com auxílio de Inteligência Artificial

Fonte: Catraca Livre
Atualizado em 03/10/2026
🕒 02:44 pm
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📅 23 DE AGOSTO DE 2026 ⏰ 05:32

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Escrito por Alves Bueno
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