
Durigan assina aval do Tesouro para socorro de R$ 7 bilhões aos Correios Menu Ative nossas notificações Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?
Colunistas Lilian Tahan
Dinheiro & Negócios
Página Inicial Brasil Brasil Durigan assina aval do Tesouro para socorro de R$ 7 bilhões aos Correios Empréstimo faz parte de plano de reestruturação da estatal que teve vários prejuízos seguidos. Garantia era esperada para setembro Deivid Souza 28/10/2026 10:57 Reprodução/ Correios Ler resumo Aval do Tesouro: o ministro da Fazenda, Dario Durigan, autorizou empréstimo de R$ 7 bilhões aos Correios com garantia da União;
Operação financeira: o crédito é estruturado por um consórcio com o Banco ABC, Citibank, Deutsche Bank e J.P. Morgan, com prazo de até 15 anos;
Situação da estatal: a medida integra plano de recuperação após a empresa registrar prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025 e R$ 5,5 bilhões no primeiro semestre de 2026.
Resumo gerado por ferramenta de IA
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, assinou, nessa terça-feira (27/10), um despacho com o aval do Tesouro Nacional para a tomada de um empréstimo de R$ 7 bilhões pelos Correios . A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (28/10).
“Autorizo a concessão da garantia da União, ressalvada a necessidade de verificação, pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, do disposto no art. 2º, § 6º, incisos II e III, da Portaria Normativa MF nº 500, de 2 de junho de 2023”, diz trecho do despacho.
A formalização do aval do Tesouro para o empréstimo de R$ 7 bilhões destinado aos Correios era esperada desde setembro deste ano.
A operação está sendo estruturada com um consórcio de quatro bancos privados – Banco ABC, Citibank, Deutsche Bank e J.P. Morgan -, e dependia de aval do Tesouro Nacional , que atuará como garantidor da dívida.
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A expectativa é que o crédito tenha prazo de até 15 anos, com período de carência de três anos e custo atrelado a cerca de 114% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles O novo financiamento dá sequência à estratégia da empresa para recompor o caixa após perdas acumuladas. Em 2025, os Correios registraram prejuízo de R$ 8,5 bilhões , e, apenas no primeiro semestre de 2026, o resultado negativo somou mais de R$ 5,5 bilhões .
A captação integra um plano mais amplo de recuperação, que previa originalmente até R$ 20 bilhões em empréstimos.
Em dezembro de 2025, a estatal já havia contratado uma primeira operação de R$ 12 bilhões com garantia da União, utilizada para reforçar a liquidez e honrar compromissos como pagamento de salários e fornecedores .
Além da nova dívida, o plano de reestruturação inclui medidas de redução de despesas, aumento de receitas e venda de ativos. A empresa também aposta em programas de desligamento voluntário e revisão de contratos para melhorar o resultado operacional .
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