Para uma mulher com mais de 65 anos que não tem uma rotina de exercícios, começar a praticar Pilates é extremamente útil porque proporciona força, mobilidade e controle

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📷 Foto: Catraca Livre

Começar a se exercitar depois dos 65 anos pode parecer difícil para quem passou muito tempo sedentária, mas isso não significa que seja tarde demais. O Pilates costuma ser uma boa porta de entrada porque trabalha força, mobilidade, equilíbrio e consciência corporal sem exigir movimentos rápidos ou de alto impacto. Para uma mulher que ainda não tem rotina de exercícios, a principal vantagem é poder começar de maneira progressiva, com adaptações simples e foco no controle do movimento.

O método reúne exercícios que exigem coordenação entre respiração, tronco, braços e pernas . Em vez de buscar velocidade ou grande carga logo no início, a proposta é executar cada movimento com controle. Isso ajuda quem ainda está construindo confiança para se exercitar.

Com o tempo, a prática pode contribuir para tarefas muito comuns do dia a dia, como levantar de uma cadeira, manter o equilíbrio ao caminhar, alcançar objetos e mudar de posição com mais segurança.

Entre as capacidades mais trabalhadas estão:

força do abdômen e do tronco;

mobilidade de quadris e ombros;

estabilidade da coluna;

equilíbrio e coordenação;

📷 Foto: Catraca Livre

controle da respiração e do movimento.

Para quem está sedentária, esses ganhos podem ser mais importantes do que começar diretamente com uma rotina intensa e difícil de manter.

Não. Flexibilidade e força são justamente capacidades que podem ser desenvolvidas durante a prática. Uma aula bem adaptada pode começar com movimentos simples, apoio de cadeiras, exercícios no solo ou aparelhos que ajudam a controlar a resistência.

Também não existe necessidade de acompanhar o ritmo de alguém mais experiente. Aos 65, 70 ou mais, o objetivo inicial pode ser aprender os padrões básicos e aumentar a dificuldade gradualmente. Dor intensa, perda de equilíbrio frequente ou movimentos que exigem esforço além do confortável são sinais de que o exercício precisa ser ajustado.

Isso é especialmente importante para quem tem artrose, osteoporose, histórico de quedas ou limitações importantes de mobilidade. Nesses casos, a seleção dos exercícios deve respeitar as condições individuais e evitar posições inadequadas.

Ele pode oferecer uma base muito útil, mas não precisa ser a única atividade. Caminhadas e outras formas de exercício aeróbico ajudam o sistema cardiovascular, enquanto exercícios de força com resistência progressiva são importantes para preservar massa muscular e capacidade funcional.

O Pilates entra muito bem nesse conjunto porque melhora controle, postura, equilíbrio e força de maneira acessível. Para uma pessoa que ainda não faz nada, começar com duas ou três sessões semanais bem orientadas pode ser uma forma mais sustentável de criar o hábito antes de acrescentar outras atividades.

📷 Foto: Catraca Livre

Depois dos 65, o mais importante não é encontrar o exercício mais intenso, mas um formato que permita começar, progredir e continuar. Para muitas mulheres sedentárias, o Pilates oferece exatamente isso: um primeiro contato com o treinamento que trabalha força, mobilidade e confiança no próprio corpo sem exigir impacto elevado ou desempenho atlético.

Fonte: Catraca Livre
Atualizado em 10/09/2026
🕒 04:54 pm
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📅 23 DE AGOSTO DE 2026 ⏰ 05:32

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Escrito por Alves Bueno
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