Operação Destroyer chegou à 17ª fase em 2026, com 347 prisões e R$ 476 milhões em bens apreendidos e sequestrados; números foram apresentados por delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, durante encontro nacional na Bahia
A estratégia adotada pela Polícia Civil de Goiás no combate às facções criminosas foi um dos temas debatidos durante encontro que reuniu dirigentes das polícias civis de todo o país, na Bahia, entre os dias 24 e 27 de agosto. Em 2026, as 17 fases da Operação Destroyer resultaram em 347 prisões, no cumprimento de 862 ordens judiciais e na apreensão e no sequestro de mais de R$ 476 milhões em bens ligados a organizações criminosas.
As ações desenvolvidas no estado foram detalhadas pelo delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Ganga, durante o 5º Encontro Nacional de Tecnologia e Inteligência para Líderes e Gestores da Polícia Civil. Conforme contou ele, o trabalho começou a ser estruturado em 2023, com ações de inteligência voltadas à identificação de células de facções espalhadas pelos municípios goianos. Em 2024, tiveram início as primeiras operações contra integrantes dos grupos criminosos, que também permitiram identificar novas ramificações. Em 2026, a Polícia Civil ampliou a ofensiva.