O Grupo Equatorial celebrou, em 18 de agosto, os 20 anos de sua estreia na B3. A cerimônia, que aconteceu na sede da B3, em São Paulo, reuniu executivos da companhia, investidores e representantes do mercado financeiro e de capitais, no marco de duas décadas de transformação e crescimento da empresa no setor de infraestrutura brasileiro.
No ano do IPO, a Equatorial contava com um único ativo, a Equatorial Maranhão, resultado da aquisição da antiga Cemar, em 2004. Naquele momento, tinha cerca de 1.300 colaboradores e captou R$ 540 milhões em sua abertura de capital. Em 2008, a migração para o Novo Mercado da B3 reforçou o compromisso da companhia com transparência, governança e visão de longo prazo.
Ao longo dessas duas décadas, a Equatorial ampliou sua escala, seus resultados e sua presença em diferentes segmentos de infraestrutura. Em 2005, antes da abertura de capital, a companhia registrava EBITDA Ajustado de R$ 188,6 milhões e receita líquida de R$ 1 bilhão. Em 2025, esses indicadores chegaram a R$ 12,2 bilhões e R$ 34,9 bilhões, respectivamente. No mesmo período, a Base de Ativos Regulatória passou de R$ 800 milhões para R$ 35 bilhões.
A expansão também foi marcada pela entrada em novos negócios e pela atuação em diferentes regiões do país. Entre os principais movimentos estão o início das operações em transmissão, em 2016; a conquista das concessões do Piauí e de Alagoas; a aquisição da CEEE-D, no Rio Grande do Sul; o ingresso no setor de saneamento, no Amapá; a aquisição da Echoenergia; e, mais recentemente, a participação de referência na Sabesp e na Copasa.
Hoje, o Grupo Equatorial reúne mais de 52 mil colaboradores, entre próprios e terceirizados, e atua em distribuição, transmissão, geração e saneamento. A expansão dos negócios foi acompanhada por uma estratégia baseada em disciplina na alocação de capital, eficiência operacional e fortalecimento contínuo da governança.
“Esses 20 anos representam uma trajetória construída por muitas pessoas e baseada em princípios que continuam orientando a companhia: disciplina na alocação de capital, controle de custos, eficiência operacional, governança e visão de longo prazo. Saímos de uma empresa com um único ativo para nos tornarmos uma companhia de infraestrutura diversificada, mas sem perder a nossa essência. Olhamos para os próximos 20 anos com a mesma disposição para investir, inovar e transformar desafios em oportunidades, contribuindo para o desenvolvimento da infraestrutura brasileira”, afirma Augusto Miranda, CEO do Grupo Equatorial.
Resultados também no mercado de capitais
A trajetória da Equatorial também se reflete em seus indicadores de mercado. Desde o IPO, a companhia acumula TSR de 20% ao ano e, atualmente, possui valor de mercado de aproximadamente R$ 50 bilhões. O volume médio diário de negociação é de cerca de R$ 300 milhões, enquanto a base de investidores ultrapassa 75 mil, com aproximadamente 65% de participação estrangeira.
Durante a cerimônia, Christian Egan, CEO da B3, destacou a evolução da companhia ao longo das últimas duas décadas e sua contribuição para o mercado de capitais brasileiro. “A Equatorial ajuda a fortalecer o mercado, impulsiona o desenvolvimento econômico e faz toda a sociedade prosperar”, afirmou.
Ao completar 20 anos de listagem, a Equatorial reforça o compromisso de seguir ampliando sua atuação em infraestrutura e contribuindo para o desenvolvimento do país. Para os próximos anos, a companhia pretende manter a mesma combinação de disciplina, capacidade de execução, gestão ativa de portfólio e visão de longo prazo que marcou sua trajetória até aqui.
“A Equatorial tem uma história brilhante na distribuição, na transmissão, na geração e, agora, no saneamento. A cada dia, aprendemos e nos preparamos para dar continuidade a essa história, atuando em diferentes segmentos de infraestrutura e ajudando o Brasil a crescer. Essa é a nossa vocação e esse é o nosso compromisso”, finaliza Augusto Miranda, CEO do Grupo Equatorial.