Foi utilizado o foguete Zhuque-3 Y2, desenvolvido pela empresa chinesa LandSpace . A operação foi bem-sucedida tanto no lançamento de satélites em órbita quanto na recuperação do lançador.
A missão se deu na Zona de Testes de Inovação Espacial Comercial de Dongfeng, província de Gansu, no noroeste da China.
“Esta missão marca a 1ª recuperação bem-sucedida, no país, do 1º estágio de um foguete utilizando as pernas de pouso, e também a 1ª recuperação bem-sucedida em solo do 1º estágio de um foguete lançador em órbita.
Trata-se de um teste de voo crucial para o Zhuque-3, que marca sua transição da verificação da tecnologia de recuperação para a verificação da reutilização em engenharia” , informou a LandSpace.
A operação foi destacada pela mídia chinesa como um “grande avanço” para o setor aeroespacial chinês.
Isso porque o domínio de técnicas para recuperar foguetes é um dos principais atributos dessa indústria para baratear os lançamentos.
Sem a capacidade de reutilização, gastam-se mais materiais e recursos ao se planejar novas operações.
A técnica de se utilizar pernas no foguete também é menos custosa do que o uso de uma plataforma para recuperar a aeronave, pois o foguete pode pousar praticamente sozinho, sem o auxílio de estruturas ao redor.
A norte-americana SpaceX utiliza essa tecnologia desde 2015 e já foi capaz de recuperar um modelo com pernas em uma plataforma marítima em 2016. A China conseguiu reproduzir a técnica 11 anos depois.
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Fonte: Poder360 Atualizado em 19/08/2026 |
🕒 09:28 am |