Advogado diz que se Lulinha não fosse filho do presidente caso teria sido arquivado

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📷 Foto: g1

O advogado Marco Aurélio Carvalho, que atua na defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou em entrevista ao GloboNews Mais nesta quinta-feira (20) que os inquéritos envolvendo o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já teriam sido arquivados caso ele não tivesse relação de parentesco com o presidente. “Se o Fábio Luís não fosse filho do presidente Lula, se fosse com qualquer uma das pessoas que estão nos acompanhando, esse inquérito teria sido arquivado.

Ele carrega o peso de um sobrenome”, afirmou Carvalho. O advogado Marco Aurélio de Carvalho ao lado do presidente Lula (PT).

Ricardo Stuckert/PR/Divulgação A declaração ocorreu após a Procuradoria-Geral da República (PGR) defender que os inquéritos envolvendo Lulinha sejam enviados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à primeira instância. A manifestação da PGR se refere aos casos que tramitam sob a relatoria do ministro André Mendonça.

Segundo a defesa de Lulinha, a Procuradoria argumentou que os inquéritos não envolvem investigados com foro por prerrogativa de função e, por isso, não deveriam tramitar no Supremo. Lulinha é alvo de três inquéritos autorizados pelo Supremo a pedido da Polícia Federal (PF).

As investigações surgiram a partir de desdobramentos da Operação Sem Desconto, que apura fraudes envolvendo descontos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 🔎 O empresário e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não é acusado de envolvimento no esquema de descontos indevidos no INSS.

No entanto, ele é investigado pela PF por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em três inquéritos diferentes (entenda mais abaixo). Carvalho afirmou que recebeu a posição da PGR “com alegria”, mas “sem surpresa”, e disse que a defesa sustenta há meses que as investigações deveriam deixar o STF.

“Não temos, nesse inquérito, autoridades com foro, com prerrogativa de foro. Não temos verba pública.

Não temos suspeita de desvio ou coisa do gênero. Nós não temos atos de ofício, também é importante dizer.

E não temos nenhuma relação direta ou indireta com o INSS, como eu vinha dizendo desde o início”, declarou. Durante a entrevista, Carvalho também afirmou que a repercussão em torno da posição da PGR estaria relacionada, na avaliação dele, a uma tentativa de dar uso político ao caso.

Fonte: g1
Atualizado em 20/08/2026
🕒 04:54 pm
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📅 20 DE AGOSTO DE 2026 - 10:30

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Escrito por Alves Bueno
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