Homem é investigado pela morte de Matheus Paludo Lacerda Pinto, de 25 anos, que morreu após dar entrada na UPA de Catalão

Um homem de 27 anos, investigado pela morte de Matheus Paludo Lacerda Pinto, de 25 anos, em Catalão (GO), foi preso na terça-feira (21) em Uberlândia (MG), após ser flagrado durante uma ocorrência de sequestro, cárcere privado e tortura no bairro Élisson Prieto, região do antigo assentamento Glória.
De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, a vítima, um homem de 37 anos, foi encontrada em estado crítico dentro de uma casa que, segundo os militares, era utilizada exclusivamente para a prática de crimes. A ocorrência teve início após denúncias de moradores, que relataram gritos vindos do imóvel.
No local, os policiais encontraram a vítima com diversos ferimentos pelo corpo, apresentando sinais claros de tortura, incluindo lesões na cabeça, braços e pernas. Segundo a PM, o homem estava prestes a ser executado a tiros no momento em que foi resgatado.
Durante a ação, o suspeito foi preso em flagrante dentro da residência. Outros dois indivíduos conseguiram fugir ao perceber a chegada das equipes, escapando por uma área de mata nos fundos do imóvel.
Segundo as forças de segurança, há indícios de que o crime tenha relação com o tráfico de drogas. O suspeito possui passagens por esse tipo de crime.
O homicídio em Catalão ocorreu no último domingo (19), no setor Aeroporto. A vítima, Matheus Paludo Lacerda Pinto, foi baleada em frente a um estabelecimento comercial, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.
A possível ligação do suspeito com o homicídio segue sendo apurada pelas autoridades.
A ocorrência contou com atuação da Polícia Militar de Minas Gerais, com apoio da Polícia Militar de Goiás (9º CRPM) e da Polícia Civil de Goiás no compartilhamento de informações.
A vítima resgatada em Uberlândia foi encaminhada para atendimento médico. O suspeito foi levado à Delegacia de Plantão e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação.